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Um Museu Surpreendente












Lembra-se de quando Farmácia se escrevia Pharmácia? Pois, nós também não, mas o Museu da Farmácia vai muito, muito mais longe do que qualquer acordo ortográfico e merece uma visita atenta! Fica na Rua Marechal Saldanha, 1, em frente do Miradouro de Santa Catarina. Pode aproveitar para ver os navios no Tejo e depois entrar no bonito palacete onde se encontra reunido, de forma cronológica, material alusivo à história da farmácia, desde tempos imemoriais. O espólio é constituído por mais de 15 mil peças arqueológicas e histórias relativas à prática da farmácia, referentes a diferentes épocas e lugares - objectos provenientes de Roma, Grécia, Mesoptâmia, Arábia, Meso-América, China, Macau, Japão, datados desde a Antiguidade, passando pela Idade Média e Renascimento, pelos séculos XVIII e XIX, até aos nossos dias (numa das secções é possível observar um estojo medicinal utilizado no espaço por astronautas da NASA). O Museu da Farmácia foi distinguido com os prémios Melhor Museu Português em 96/97/98 (pela Associação Portuguesa de Museologia) e Melhor Projecto Farmacêutico em 99 (pela Revista Farmácia e Distribuição).
Se estiver a pensar a levar as crianças, é uma boa aposta: o museu inclui uma ala que reconstrói com notável cuidado, cenários em tamanho real de diferentes estabelecimentos farmacêuticos ao longo de diferentes épocas, sendo de destacar a farmácia da Macau.
Mais informações em www.anf.pt ou pelo telefone 213400680. 

Uma Jóia da Coroa no Museu Nacional de Arte Antiga - Lisboa

CONFRONTOS. BOSCH E O SEU CÍRCULO

 Até 25 de Setembro, na sala 61 do 1º Piso do Museu Nacional de Arte Antiga encontra-se aberta ao público a exposição, realizada em parceria com o Museu Groeninge (Bruges, Bélgica), que coloca o Tríptico das Tentações de Santo Antão do MNAA criticamente em confronto com o Tríptico do Juízo Final e o Tríptico das Provações de Job, ambos da colecção do museu de Bruges. A exposição debruça-se sobre as variantes ou os traços comuns de processo criativo destes trípticos, análise também apoiada em exames laboratoriais. Será a primeira vez que se juntam, em Portugal, três grandes pinturas de Bosch e do seu círculo.


Deixamos aqui algumas informações úteis:








O desdobrável da exposição está disponível para download em http://www.mnarteantiga-ipmuseus.pt

VISITAS À EXPOSIÇÃO
"Confrontos: Bosch e o seu Círculo"
[até 25 de Setembro]
Limite máximo: 30 pessoas
Inscrições: por ordem de chegada a partir das 18h00, na recepção da entrada do Largo 9 de Abril


Em todas as visitas nocturnas (entrada gratuita) encontram-se patentes as galerias de pintura europeia, artes decorativas europeias e ourivesaria francesa.

Nos dias 8, 15 e 22 o museu encerra das 18h00 às 20h30.

Visitas orientadas para grupos
Terça-feira (tarde), Quarta a Sexta-feira (manhã e tarde)
Confrontos: Bosch e o seu Círculo
Visita à exposição temporária.
Com marcação prévia através de e-mail mnaa.se@imc-ip.pt ou telefone 213912800. Indicar nome e telefone da entidade, nome e telefone do responsável pelo grupo, número de participantes, dia e hora pretendidos.

Acções Destinadas a Educadores e Professores
Sábado, 3 Setembro | 10h30-13h00
Sábado, 17 Setembro | 14h30-17h00
Inscrição prévia. Faça o download do programa em http://www.mnarteantiga-ipmuseus.pt

ONDE É QUE VAMOS COM OS MIÚDOS

Em tempo de crise provavelmente não dá para grandes avarias, tais como ir à Disney de Paris ou a banhos para Puerto Banus. Também não nos parece boa ideia encharcar os miúdos em doses industriais de gelado, hamburgers e batatas fritas (poderia assegurar uma certa popularidade, mas os resultados serão desastrosos). Baldes king-size de pipocas e filmes em 3D? Uma vez até se pode prevaricar a esse ponto, mas mais, é caso para se candidatar ao prémio da pior avó (avô, tio, tia, padrinho, madrinha...) da Europa. Então? Piscina? Ok. Skate? Pode ser. Bicicleta, futebol, praia... tudo aprovado. Mas às vezes apetece um programa diferente. Passar  com eles um tempo de qualidade, que lhes deixe uma recordação mais duradoira, que permita viajar à descoberta de coisas, lugares e histórias que lhes fiquem na memória.
Neste nosso espaço ONDE É QUE VAMOS COM OS MIÚDOS? Vamos deixar-lhe sugestões das mais variadas actividades. Algumas ficam mesmo ao pé da porta, outras exigem uma deslocação, mas mesmo estas valem a pena! Se não lhe apetecer pegar no carro, tem sempre a possibilidade do comboio, que proporciona viagens que, por si só, são já um divertimento. Sabia que na CP, a partir dos 65 só paga 50%? Informe-se sobre as promoções que a CP oferece. O comboio é cómodo, rápido, seguro e divertido.

Centro Ciência Viva do Lousal e Museu Mineiro


Entre Canal Caveira e Ermidas do Sado, ficam as minas de Lousal, de onde foram extraídas pirites de cobre durante os anos compreendidos entre 1900 e 1988. Nesse mesmo local, foi criado o Museu Mineiro. Aqui podem ver-se as velhas máquinas que constituiam o centro nevrálgico de laboração das minas, e as antigas estruturas de trabalho - hoje recuperadas especialmente para serem visitadas pelo público - instalações, escavações e galerias da mina, e mesmo os motores da central eléctrica que abastecia não só a mina como também a população local.

Na mesma localidade, no Centro Ciência Viva do Lousal o visitante é convidado a viajar no tempo e a recuar à época em que a mina do Lousal se encontrava activa, onde minérios formados há milhões de anos foram explorados por milhares de mineiros que ali cultivaram os seus anseios, viveram os seus amores, viram os seus filhos crescer, cuidaram dos seus idosos. Hoje é de novo futuro, terra reinventada pela vontade de muitos e sustentada pelo mais rico dos minérios: o Conhecimento.
Os Centros Ciência Viva são espaços interactivos de divulgação científica e tecnológica distribuídos pelo território nacional, funcionando como plataformas de desenvolvimento regional - científico, cultural e económico - através da dinamização dos actores regionais mais activos nestas áreas.

Planetário do Porto






Seja qual for a idade, uma visita ao Planetário é sempre um deslumbramento.
O Planetário do Porto abriu as suas portas ao público em Novembro de 1998. É propriedade da Fundação Ciência e Desenvolvimento, cujos fundadores são a Câmara Municipal do Porto e a Universidade do Porto. A gestão científica é feita pelo Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP).
O Planetário do Porto tem como missão principal o incentivo da população para a área das ciências, principalmente da astronomia e das tecnologias que lhe estão associadas. Para além das sessões, o Planetário dispõe de laboratórios cuja actividade experimental se centra nos conteúdos programáticos das escolas. Paralelamente, os espaços do Planetário são também alvo de dinamização cultural onde se realizam exposições, recitais de poesia, workshops ou lançamentos de livros. 

O Principezinho, na Quinta da Regaleira


O que é que acontece quando se junta o mais mágico dos lugares com a mais mágica das histórias jamais escritas? Acontece uma tarde absolutamente inesquecível!

No espaço encantado da Quinta da Regaleira, em Sintra, há um menino loiro, que veio de um pequeno planeta, que suspira por uma rosa e é amigo de um aviador. E há também uma raposa, que guarda o segredo da vida. A obra imortal de Antoine de Saint-Exupéry, que tem feito sonhar muitas gerações é levada à cena pela companhia de teatro BYfurcação. Os monumentais jardins e edifícios da Quinta da Regaleira, junto com um avião North-American T-6 (cedido pelo Museu do Ar), fazem parte da cenografia deste espectáculo que envolve toda a família numa experiência inolvidável de teatro de rua.
Há sessões de sexta a domingo, às 17 horas. Entre os dias 4 de Agosto e 8 de Setembro, também às quintas-feiras.
A Quinta da Regaleira fica situada em pleno Centro Histórico de Sintra, classificado Património Mundial pela UNESCO e é um lugar com espírito próprio e único. Edificado nos primórdios do Século XX, ao sabor do ideário romântico, este fascinante conjunto de construções, nascendo abruptadamente no meio da floresta luxuriante, é o resultado da concretização dos sonhos mito-mágicos do seu proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro (1848-1920), aliados ao talento do arquitecto-cenógrafo italiano Luigi Manini (1848-1936). A imaginação destas duas personalidades invulgares concebeu, por um lado, o somatório revivalista das mais variadas correntes artísticas - com particular destaque para o gótico, o manuelino e a renascença - e, por outro, a glorificação da história nacional influenciada pelas tradições míticas e esotéricas.
O Principezinho na Quinta da Regaleira é um programa de excepção, num lugar de excepção.
Para mais informações e marcações o telefone é o 219 106 650.

Sábados Selvagens, no Jardim Zoológico de Lisboa


Tem netos, sobrinhos, afilhados? Então experimente a receita que o (a) transformará no rei (rainha) da popularidade e diga aos pais das crianças: “Que tal saírem na sexta à noite para um programa sem horário? Nós ficamos com os miúdos até ao fim da tarde de sábado.” Por menos do que isto já se conquistou definitivamente a admiração incondicional de muito genro e nora!
E depois? Depois aventure-se num Sábado Selvagem! Vai ser um programa inesquecível!
Os Sábados Selvagens do Jardim Zoológico é um programa especial de fim de semana, destinado a crianças a partir dos 4 anos, desde que acompanhadas pelos pais, tios, avós ou outros familiares adultos.
Visitar alguns bastidores, descobrir os processos diários de tratamento e alimentação dos animais são algumas das actividades preparadas pelo Jardim Zoológico nos percursos temáticos dos Sábados Selvagens. O Reptilário, a Ilha dos Lémures, a Baía dos Golfinhos e o Bosque Encantado são alguns dos locais que vão ficar a conhecer de perto. As conversas com os tratadores vão ajudar a desvendar todos os segredos e especificidades das diversas espécies animais.
Estas viagens pelo mundo animal transformar-se-ão em momentos de alto teor lúdico-pedagógico para os mais pequenos, com a grande vantagem de poderem experienciar e aprender in loco, pela mão dos tratadores, treinadores e profissionais do Jardim Zoológico.
Todos os fins de semana de Março até Novembro de 2011.
Para mais informação, visite o site do Jardim Zoológico, em http://www.zoo.pt/.

QUINTINHA DA FULIA no Jardim Zoológico de Lisboa


Já chega de computador e de televisão! Está na hora de fazer um programa diferente. Reúna os miúdos, e dediquem um dia a uma actividade cada vez mais importante, nestes tempos de crise que, em muitos aspectos, veio para ficar: a vida na quinta.


No Jardim Zoológico de Lisboa as crianças têm um espaço onde podem aprender tudo sobre os animais da quinta e conhecer de perto a tradicional horta portuguesa: a Quintinha da Fulia.
Na Quintinha da Fulia eles vão compreender que a salsa, a alface, o feijão, o tomate e todos os vegetais não nascem nas prateleiras do supermercado. Vão também poder visitar as vacas, as cabras, as ovelhas e as galinhas e aprender que, embora os animais não possam falar, eles ensinam-nos muitas coisas.
Um programa diferente que diverte e educa para uma realidade cada vez mais importante.

O PORTUGAL DOS PEQUENITOS


Fica em Coimbra, e desde a sua inauguração, em 8 de Junho de 1940, este precursor dos parques parques lúdico-pedagógicos, destinado essencialmente às crianças, tem sido uma referência para muitas gerações e um dos mais visitados em Portugal.

Projectado pelo arquitecto Cassiano Branco e construído por iniciativa do Professor Bissaya Barreto, o Portugal dos Pequenitos, cuja construção se iniciou em 1938, apresenta construções em escala reduzida representando monumentos e outros elementos sobre a arquitectura e a História de Portugal.
O Portugal dos Pequenitos organiza-se em três zonas complementares:
•            A primeira parte da construção, efectuada entre 1938 e 1940, é constituída pelo conjunto de casas regionais portuguesas: solares de Trás-os-Montes e Minho, casas típicas de cada região com pomares, hortas e jardins, capelas, azenhas e pelourinhos. A este núcleo, pertence também o conjunto de Coimbra, espaço onde se encontram representados os monumentos mais importantes da cidade.
•            A segunda fase integra a “área monumental”, espaço ilustrativo dos monumentos portugueses de norte a sul do país. De realçar a cópia da janela do Convento de Cristo (Tomar), obra em cantaria da autoria de mestre Valentim de Azevedo.
•            A terceira fase, terminada em finais da década de 1950, engloba a representação etnográfica e monumental das então províncias ultramarinas africanos, do Brasil, de Macau, do Estado Português da Índia e de Timor Português, rodeados por vegetação própria destas regiões. Esta fase integra também monumentos dos arquipélagos da Madeira e dos Açores.
Preço das entradas:
Jovens (dos 3 aos 13)  5,50 €
Adultos (dos 14 aos 64)  8,95 €
Séniores (a partir dos 65)  5,50 €
Família (2 adultos e 2 Jovens) 23,95 €